quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ainda sou da era Blogspot

É incrível como as coisas viram tendência, na verdade incrível mesmo é como as pessoas se deixam levar por essas tais tendências. É quase que como uma regra, quando algo sai da moda, deixa de ser interessante, perde a graça - desconsidere a redundância - mas olha só que paradoxo: acaba sendo engraçado perder a graça por conta da moda. Acho curioso como isso é capaz de influenciar tanto. Ou no fundo o "gostar", achar "legal" "interessante" nem era lá tão verdadeiro, tão verdadeiro a ponto de sobreviver às tendências. Mais ou menos como na "vida real", ou melhor, na vida afetiva. Quando alguém diz gostar de outro alguém, e depois de um tempo passa a desgostar, como se o que sentisse antes não fosse verdade.
Mas todo esse blá blá blá não foi uma declaração de amor ao Blogspot, aliás, eu nem morro de amores por ele. Que fique claro foi apenas uma reflexão do comum, afinal Redes Sociais têm tanta importância quando outras pessoas, para muitos. Elas apenas não possuem sentimentos, ainda.

*Tumblr: aproveita teu momento pop.

5 comentários:

Diego disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Diego disse...

Perfeita análise, na verdade isso são reflexos de uma sociedade capitalista consumista de bens não duráveis. Parece bobagem, mas as pessoas estão tão acostumadas a comprar coisas e descartalas, seja por estar "velho" ou fora da moda, que aplicam essa regra a tudo, inclusive aos relacionamentos humanos. Ótima reflexão Bruna!

Unknown disse...

Oi, Bruna!

Boa reflexão... No panorama da nossa sociedade atual as coisas são assim mesmo. Tudo é consumível, tudo acontece rápido demais e sem muita demora sofre descarte. O que é uma pena. Mas tenho esperanças que as coisas mudem.

Pelo que vi, você é de Guaiba também, certo?

Abraços, então.

Parabéns pelo blog.

Anderson disse...

Hehehe sempre gostei do blogspot. Nem tãmbler nem wordpress são melhores do que o bom é velho...
senso comum.

Olhar de Isa disse...

O homem perde-se diante da complexidade que impõe à sua própria vida.